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Heidiland

Viver rodeada de montanhas, vacas, gatos e suíços // Wohnen neben Bergen, Kühen, Katzen und Schweizern.

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Viver rodeada de montanhas, vacas, gatos e suíços // Wohnen neben Bergen, Kühen, Katzen und Schweizern.

Eu não vou votar! // Ich stimme nicht ab!

No próximo domingo (4 de outubro) ocorrem as eleições legislativas portuguesas e nós não vamos votar. Pela primeira vez e um pouco contrariados vamos fazer parte da abstenção, porque não conseguimos contactar o consulado a tempo para nos recensearmos. Nem a propósito o jornal “Público” publicou a semana passada (ver aqui) uma reportagem apresentando alguns exemplos de jovens portugueses com menos de 35 anos que terão que se deslocar a Portugal se quiserem exercer o seu direito de voto.

 

Deixo-vos (aqui) outro exemplo de um português que vive em Inglaterra e tentou por diversas vezes contactar o consulado para efectuar o seu registo e respetivo recenseamento. No final de várias idas a Portugal e ao consulado de Londres, este mesmo português não conseguirá votar no próximo domingo. Tudo por culpa do mau funcionamento dos consulados e respectiva burocracia.

 

Não quero nem vou culpar o actual governo português, porque este “problema” burocrático existe há muito tempo e em todos os actos eleitorais repetem-se os mesmos erros. Na nossa opinião não faz qualquer sentido termos que nos deslocar fisicamente ao consulado para um simples recenseamento. Os horários dos consulados são completamente absurdos e antes de nos deslocamos até lá (o que significa um ou mais dias de férias) é necessária uma marcação prévia (por e-mail ou telefone). Para conseguirmos fazer essa marcação era necessário que atendessem o telefone.

 

Visto que vivemos numa sociedade informatizada e que nem todos nos conseguimos deslocar em tempo útil aos consulados, porque não informatizar o sistema de registo e recenseamento? Com certeza que o número de registos no consulado iria aumentar e provavelmente a abstenção diminuiria. Nem todos temos tempo nem dinheiro para nos deslocar a Lisboa para exercer o nosso direito de voto.

 

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Am nächsten Sonntag (4. Oktober) werden die portugiesische Parlamentswahlen stattfinden und wir werden nicht abstimmen. Zum ersten Mal und etwa widerwillig werden wir zu den Nichtwähler gehören, weil wir uns mit dem portugiesischen Generalkonsulat in Verbindung nicht setzen konnten, um uns im Wählerverzeichnis einzutragen. Letzter Woche hat die portugiesische Zeitung „Público“ in einer Reportage über portugiesische Jungen unter 35 Jahren, die nach Portugal fahren werden, wenn sie abstimmen wollen (hier lesen).

 

Ich lasse (hier) ein weiteres Beispiel eines Portugiesen, der in England wohnt und mehrmals das Londoner Generalkonsulat besucht hat, um sich anzumelden und im Wählerverzeichnis einzutragen. Am Schluss wird dieser Portugiese am Sonntag nicht abstimmen können, wegen des schlechten Betriebs des Konsulats und seine Bürokratie.

 

Ich möchte die aktuelle portugiesische Regierung nicht beschuldigen, weil diese bürokratische „Probleme“ seit vielen Jahren bestehen und die gleichen Fehler bei jedem Wahlgang sich wiederholen. Meiner Meinung nach macht es keinen Sinn, dass man sich persönlich zum Konsulat gehen muss, um sich anzumelden. Die Öffnungszeiten des Konsulats sind ganz unsinnig und man muss einen Termin (per Mail oder Telefon) vereinbaren und danach zum Konsulat gehen (was einen oder mehreren Ferientagen bedeutet). Für diesen Termin wäre aber notwendig dass jemand das Telefon abnehmen.

 

Wenn wir in einer Informationsgesellschaft leben und nicht alle rechtzeitig zum Konsulat fahren können, wieso kann man die Anmeldung und Wählerverzeichnis nicht computerisieren? Natürlich wurde die Zahl der Angemeldeten zunehmen und die der Nichtwähler abnehmen. Viele haben weder Zeit noch Geld nach Lissabon zu fahren zum abstimmen.

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