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Heidiland

Viver rodeada de montanhas, vacas, gatos e suíços // Wohnen neben Bergen, Kühen, Katzen und Schweizern.

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Viver rodeada de montanhas, vacas, gatos e suíços // Wohnen neben Bergen, Kühen, Katzen und Schweizern.

Vichy

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Como anunciámos no texto anterior, apresentamos hoje o último episódio da nossa travessia Lisboa – Zurique. O nosso destino foi Vichy, cidade mundialmente conhecida pelas suas águas termais e rebuçados. Na nossa opinião toda a cidade parece um pequeno mas bonito museu histórico. Para ficarem a conhecer todos os cantos desta cidade, aconselhamos-vos a pedirem um mapa no turismo.

 

Ao percorrerem o caminho assinalado ficam a conhecer a história da cidade, edifícios históricos, as termas e uma nascente onde se pode beber água medicinal. O tempo era convidativo a banhos, mas a maioria dos espaços estavam encerrados naquela semana. Dica: se querem comprar souvenirs (ímanes e/ou posters) façam-no no turismo, porque é difícil encontrá-los noutras lojas. Nós comprámos os famosos rebuçados de Vichy, para nós e para oferecer.

 

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Esperemos que as nossas sugestões e peripécias vos tenham sido úteis. Aproveitem as nossas dicas e marquem as vossas próximas férias. Se perderam alguma publicação, não se preocupem que as podem consultar aqui.

 

***

Wie wir im vorigen Text geschrieben haben, werden wir heute die letzte Episode unserer Reise Lissabon – Zürich präsentieren. Unser Ziel war Vichy, eine Stadt die Weltweit für seine Thermalquellen und Halsbonbons bekannt ist. Unserer Meinung nach sieht die Stadt wie ein schönes, kleines historisches Museum aus. Um diese Stadt kennenzulernen, empfehlen wir Ihnen beim Touristeninformation einen Stadtplan abzuholen.

 

Auf diesem Weg können Sie die Geschichte der Stadt, historische Gebäude und Thermalbäder und auch eine Quelle, wo man Heilwasser trinken kann, kennen. Das Wetter war sehr kalt, aber die meisten Thermalbäder waren diese Woche geschlossen. Tipp: Wenn Sie Souvenirs (Magnete und Posters) kaufen möchten, machen Sie es im Tourismusbüro, weil in anderen Läden wird es schwierig. Wir haben die bekannten Vichy Halsbonbons gekauft.

 

Wir hoffen, dass unsere Empfehlungen und Abenteuer nützliche waren. Nutzen Sie diese Tipps und buchen Sie Ihre nächste Reise. Falls Sie einen Text verpasst haben, können Sie hier alle finden.

Limoges

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Falta-nos apenas escrever e publicar um texto para terminarmos a nossa viagem. Há um proverbio português que ilustra o nosso sentimento: “o que é bom, acaba depressa”. E efetivamente a nossa viagem (e o relato dela) acabou demasiado rápido. Não vamos continuar a lamentá-lo, porque na verdade divertimo-nos bastante e o texto de hoje reflete isso.

 

Recordam-se do episódio do emigrante que nos fez sinais de luzes na autoestrada para nos cumprimentar (ver aqui)? A caminho de Limoges aconteceu-nos uma situação muito similar: um jovem casal suíço abordou-nos numa estação de serviço: bateram no nosso vidro e cumprimentaram-nos em dialeto suíço. Ficámos sensibilizados com o gesto, mas explicámos que apesar do carro ter matrícula suíça, nós éramos portugueses – atitudes como esta(s), aquecem-nos o coração.

 

Segundo os nossos planos chegaríamos tarde a Limoges, e por essa razão decidimos parar para descansar e jantar em Angoulême – cidade conhecida pelo maior festival de banda desenhada da Europa, realizado todos os anos desde 1974. Em viagens longas aconselhamo-vos a planearem bem as vossas pausas. A nossa paragem em Angoulême serviu para vermos as ilustrações que estão espalhas pela cidade.

 

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Em Limoges visitámos o Four des Casseaux – um dos últimos cinco fornos de porcelana da cidade. Limoges é mundialmente conhecida pelos seus esmaltes, porcelanas e barris de carvalho. Como devem calcular trouxemos recordações: dois pratos em forma de coração. Ao explorar a cidade encontrámos um restaurante português, Le Magellan – o dono era uma simpatia (emigrante de segunda geração) que nos ofereceu pastéis de nata. Os pratos eram de inspiração portuguesa, mas com um toque francês. Recomendadíssimo!

 

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Com o almoço tomado fizemo-nos à estrada, porque ainda estávamos um pouco longe de casa. Regressamos na próxima quarta-feira com a última publicação desta aventura!

Bordéus || Bordeaux

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Não queremos influenciar a vossa opinião, mas começamos este texto por dizer que Bordéus foi uma das cidades que mais gostámos de conhecer. Talvez por termos encontrado variadíssimas semelhanças com Milão (1|2|3): a disposição das ruas, galerias, portas e o facto de se comer muito bem – falaremos deste assunto mais adiante.  

 

De Paray-le Monial a Bordéus percorremos 528 km. Esta cidade é conhecida pelos seus vinhos. Aos apreciadores de vinho, arquitectos ou entusiastas de sítios bonitos, recomendamos que visitem a loja L’Intendant. Nós aproveitámos as promoções e comprámos alguns dos nossos presentes de natal. Curiosidade: Bordéus foi classificada em 2007 Património Mundial da Humanidade pela Unesco.

 

A comida foi com certeza o ponto alto da nossa viagem. Não nos recordamos de comer tanto e de forma tão variada como nesta viagem. Os franceses são especialistas em menus e cada um é mais tentador que o próximo. Tenham atenção aos preços que em Bordéus come-se muito bem, mas não é barato. Fica aqui a referência de um restaurante que nos agradou pelo espaço, comida e simpatia – Cheminée Royale.

 

Infelizmente conseguimos visitar apenas uma pequena parte da nossa lista de pontos de interesse. Pretendemos regressar brevemente para conhecer todos os pontos desta lista que ficaram por visitar: Catedral de Bordéus, Basílica de São Miguel, Igreja da Santa Cruz (Abbatiale Sainte-Croix), Igreja de São Pedro (Église Saint-Pierre), Museu de Arte Contemporânea, Museu de Belas Artes, Porta Cailhau, Ponte de Pedra (Pont de pierre), Cité du Vin, Espelho de água, ruínas romanas (Palais Gallie), Jardim Botânico, Parque aux Angéliques e por último o parque Bordelais

 

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No próximo texto damos-vos a conhecer Salamanca (Espanha). Até sexta-feira!

 

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Paray-le-Monial

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Iniciámos a nossa viagem rumo a Lisboa ao final da tarde de 20 de dezembro. Segundo os nossos planos tínhamos quatro dias para chegar ao nosso destino. Como não nos podia acompanhar na viagem, a Lucy ficou a cargo dos nossos vizinhos – o bem-estar da nossa gata é uma das nossas prioridades.  

 

A nossa primeira paragem foi em Paray-le-Monial – cidade francesa da região de Borgonha. Percorremos 463 km com apenas uma paragem para abastecer e jantar. Só na manhã seguinte é que fomos explorar aquela pequena cidade. Em Paray-le Monial conhecemos três dos seus quatros principais pontos de interesse: Basílica de Paray-le-Monial, Paços do Concelho (Hôtel de Ville), Capela da Visitação (Chapelle de la Visitation); não visitámos o Museu de Hiéron.

 

Ao percorrermos as ruas desta pacata localidade encontrámos uma padaria. Aproveitámos para tomar o pequeno-almoço visto que o pequeno-almoço no hotel era pago (caro) e “de plástico”. Ao entrarmos naquele estabelecimento fomos invadidos por um cheiro maravilhoso a pão e bolos - apetecia-nos comer de tudo um pouco. Não temos o hábito de generalizar ou comparar, mas hoje abrimos uma excepção: os franceses têm o dom da apresentação da comida. Qualquer prato de comida (doce ou salgado) tem uma apresentação divinal e sabe igualmente bem.

 

No próximo texto falaremos da nossa próxima paragem: Bordéus. Desfrutem das nossas fotografias (o tempo não colaborou muito, mas pensamos que conseguimos captar o carisma daquela cidade). Até quarta-feira, se não houver imprevistos.

 

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Wir haben unsere Reise nach Lissabon am Abend vom 20. Dezember begonnen. Nach unseren Plänen hatten wir vier Tage, unser Ziel zu erreichen. Weil sie mit uns nicht fahren konnte, ist Lucy mit unseren Nachbarn geblieben – das Wohlbefinden unserer Katze ist eine unserer Prioritäten.

 

Unser erster Halt war Paray-le-Monial – eine französische Stadt der Region Burgund. Wir sind 463km gefahren, mit nur einem Stopp zum tanken und essen. Am nächsten Morgen haben wir die kleine Stadt besucht. Wir haben drei ihrer vier wichtigsten Sehenswurdigkeiten angeschaut: Basilika von Paray-le-Monial, Rathaus (Hôtel de Ville), Kapelle Heimsuchung (Chapelle de la Visitation); wir haben das Hiéron-Museum nicht besucht.

 

Als wir durch diese ruhige Stadt spaziert sind, haben wir eine Bäckerei gefunden. Wir haben dort das Frühstuck gegessen, weil es im Hotel teuer und “künstlich” war. Wir versuchen nicht zu verallgemeinern oder vergleichen, aber dieses Mal machen wir eine Ausnahme: Französische haben die Gabe, das Essen richtig zu präsentieren. Alle Speisen (süss oder salzig), schmecken und sehen gut aus.

 

Im nächsten Text werden wir über unsere nächste Halt schreiben: Bordeaux (Frankreich). Geniessen Sie unsere Fotos (das Wetter war schlecht aber wir konnten das Charisma der Stadt trotzdem aufnehmen). Bis Mittwoch.

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